
Sinopse:
Entremeando a narrativa do cativeiro com reflexões sobre a morte, a liberdade e o poder, 'Não há silêncio que não termine' reconstitui o período de mais de seis anos que Ingrid Betancourt passou no inferno verde da selva amazônica em poder das Farc, a principal organização guerrilheira da Colômbia.
Ontem terminei de ler
Não há silêncio que não termine, de Ingrid Betancourt. Há dois anos eu já havia comentado
AQUI a impressão que ela me passava.
O livro é bom, bem escrito e com uma narrativa que prende do começo ao fim (vale a pena!). Críticos literários (e alguns de seus ex-companheiros de cativeiro) apontam muita ficção e pouca verdade, porém, se ela realmente sofreu, nem que seja 10% do que narrou, não foi pouca coisa.
Mas confesso, a impressão que eu tinha, de que ela seja uma pessoa arrogante e egoísta, não passou.
Agora, pretendo ler o Eu, prisioneira das Farc, de Clara Rojas, também prisioneira, ex-diretora de campanha presidencial de Ingrid, seu atual desafeto.