domingo, 31 de julho de 2011

"A cada um cabe alegrias e a tristeza que vier..."




Essa música é linda demais!

Pessoal, ando sumida, mas são muitas coisas acontecendo... mudanças, decisões a tomar, decepções a serem superadas e pior, estou sem inspiração (a não ser que Beta apronte de novo...rs), mas tudo vai passar e qualquer hora dessas eu volto!
Aguardem!

domingo, 24 de julho de 2011

Beta e Serguei

Sábado, 23 de julho, 13:30, celular toca, no visor: "CASA DE MÃE" .
Era a própria: " Renata, não sei o que fazer com Beta que não para de chorar!"
"Que foi agora mãe?"
"Aquela cantora "doidona" que ela gosta morreu"
"Amy morreu?"
"Essa mesmo! O que eu faço?
"Deixa ela chorar, daqui a pouco passa"
Lembrei do show que Beta deu quando Cazuza morreu e agradeci por não precisar presenciar o de hoje.

16:00, celular toca, no visor: "BETA"
Voz de quem tinha chorado (muito!): "Renata, vamos comigo alí rapidinho (odeio demais esse 'rapidinho' dela), vou fazer uma entrevista com Serguei"
Eu: "Oi?"
"Serguei Renata, aquele que falou no programa do Jô que transou com uma árvore. Se arruma rápido e coloca um all star pra entrar no clima de rock(!?!) e veste roupa preta (luto por Amy?)"

Bom, depois do trauma da Amy, preferi não contrariá-la e fui. Nada pra fazer mesmo! No carro, além de nós duas, Carlinha e Carol. TODAS de All Star.
No local, Serguei recebia a equipe da Record nacional que iria gravar seu depoimento sobre Amy. Sentamos e ficamos esperando. De repente, ele se aproxima de nós e pergunta :
"Alguém tem um pó pra me emprestar?".
Pausa dramática, muita vontade de rir.
"Pó compacto, meninas!"
Olhei direto pra Beta, a rainha das maquiagens, que falou:
"Eu tenho, só não sei se combina com seu tom de pele" (rezando pra não combinar)
"Serve sim, me empresta! Preciso ficar bem no vídeo", e foi ao banheiro.

Começou a entrevista. Serguei é uma figura inexplicável. Fala sem parar, mistura todos os assuntos, de repente para e diz que se perdeu no raciocínio ("é a idade", segundo ele, com 78 anos). Quase chorou ao falar de "Janis" (Joplin). O visual, um capítulo a parte. Muitas bijous. As lentes de contato azuis completam o look. Beta e Carol entrevistavam, Carlinha fotografava e eu observava.
Desligado o gravador, nos convidou pra irmos ao Templo do Rock (sua casa) em Saquarema, trocou telefone com Beta e tudo! Depois, nos puxou para tirar fotos com a banda e relaxou de vez. Confessou estar virado, sem dormir, mas aguentaria porque é um "boy".
Enfim, rimos muito das caras e bocas dele, que sentou no colo de Beta pra finalizar.
Ela esqueceu da Amy...

fotos- Carla Caliman

sábado, 16 de julho de 2011

Que aflição!

Banhistas chineses ignoram a vegetação que tomou conta da praia de Qingdao, na província de Shandong, e nadam num mar de algas.
É muita animação!

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Leia meu livro aqui


Oi pessoal!
Estou disponibilizando meu livro na internet para quem quiser ler.
Vem Ni Mim Lili Demorada foi escrito em 2008 e muita coisa mudou de lá pra cá, como espera-se que seja a vida. (quem sabe não surja um novo livro?).
Relendo minha "obra", acredito que hoje eu a faria melhor (sem modéstia..rs), mas de qualquer maneira, foi escrita com muita emoção e verdade.
Conto minha história de vida e, principalmente, a minha versão de tudo que aconteceu quando fui presa. O que foi (e ainda é) dito ou especulado sobre mim e não está no livro, não corresponde a verdade.
Espero que gostem!
E comentem!

segunda-feira, 11 de julho de 2011

O bolo de Beta

No último sábado Beta ofereceu um almoço na casa de mãe para comemorar seu aniversário.
Eu estava achando tudo muito tranquilo pro meu lado (talvez ela e mãe quizessem me poupar naquela semana negra).
Bem, sábado as 11 horas fui pro salão.
Secador fervendo meus miolos (mais?), quando o celular tocou.
Li no visor : CASA DE MÃE. Tremi.
"Alô!"
Era mãe falando baixinho : "Renata, você precisa quebrar meu galho. Encomendei um bolo surpresa pra Beta e o rapaz que viria trazer não pode. Você pega?"
Estava bom demais pra ser verdade.
"Onde é mãe?" (sem conseguir dirfarçar a má vontade)
"Lá em Santo Antônio! Na casa de Angela, menina!" (Angela é a moça que trabalha aqui em casa, tipo, você sabe onde é!)
"Mãe, estou sem bolsa, sem carteira de motorista e atrasada pro almoço. Tem certeza que precisa de bolo? A última vez que fizeram um bolo pra Beta ela deu um showzinho"
"Esse ela vai gostar"
Lá fui eu pra Sto Antônio (Vitória é um ovo, tudo é relativamente perto, mas eu estava de um lado da ilha e o bolo do outro).
Chegando lá, encontro Angela desolada. Perguntei se o bolo estava pronto.
"Tá sim Renata, mas agi totalmente contra meus princípios."
"Como assim?"
Pensei, pô, a menina é evangélica. Mãe não mandaria fazer um bolo com tema profano. Fiquei curiosa.
"Pega logo esse bolo!"
Vem o bolo.
"Tá vendo Renata? Não foi fácil pra uma vascaína fazer um bolo desses. E você? Também vai trair nosso vasco?"
Tive que rir.
"Bom, coloca aí no chão que tentarei passar direto nos 4.587 quebra-molas que há pela frente até chegar em casa"
Eu bem que tentei, mas ele chegou inteiro!
E quer saber? Teve até Hino do Flamengo antes do parabéns...foi deprimente!

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Condenação

Quando criei esse blog há quase 3 anos um dos motivos foi divulgar meu livro Vem Ni Mim Lili Demorada, por isso este nome. A sinopse está ali na barra lateral do blog.
E como nesses anos conquistei leitores queridos e fieis, que me acompanham (muitos inclusive leram o livro), nada mais justo que eu conte mais um desenrolar desse triste episódio da minha vida.
Há os curiosos de plantão também, mas faz parte.
Esta semana saiu a sentença - ainda em 1ª instância - e eu fui condenada por uma Juíza da 8 ª Vara Criminal de Vitória (ES) a 22 anos de prisão. Sim, não foi erro de digitação, foram vinte e dois anos de prisão. Recorrerei da sentença, e poderei fazê-lo em liberdade.
Não vou e nem posso expressar aqui o que penso. Sigo apenas sendo transparente como desde que resolvi contar minha história.
Mas estou triste. Muito triste! Revoltada também (eu sou humana!).
Sinto-me impotente diante da "justiça".
Nossa, como é difícil ser julgada!
Mas vai passar. Nunca abaixei a cabeça pras pancadas que já tomei na vida, não será agora que o farei. E vou lutar. Um dia espero ter paz.

"Uma manchete de jornal
Não vou deixar, me abalar
Viver entre o medo e a paz
Pode fazer pensarmos mais
No que a gente tem que fazer
Pra ficar vivo, pra variar
Quando tudo parece não ter lógica..."
(Jota Quest)

Quer saber mais um pouco de mim e do meu livro? Clique nos links abaixo:

MARCAS FORTES

Um Pouco de Mim
Mix Cultural
O que elas estão lendo?

ps- eu só gostaria que ela tivesse olhado dentro dos meus olhos uma única vez...

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Somos assim mesmo...

"Somos assim mesmo, humanos.
Amamos, odiamos,temos um rei na barriga mas somos escravos,
de nós mesmos, uns dos outros, e dos outros.
Salvamos, matamos, matamos e salvamos, tudo quase ao mesmo tempo.
Que coisa doida.
E doída! Não me afague, achando que assim me reverencie
diante do tão belo e admirável ao mesmo tempo tão feio e
detestável.

Passeei pelas opiniões de alguns existencialistas e já li,
sôfrego, os ensinamentos de Cristo (acho que inigualáveis);
saboreei filosofias, a pura e a vã e, se há, a intermediária.
Detesto a guerra, mas sei que é necessária. Se há mistério
no terror, há mistério maior em quem o estimula. Ninguém
é mais, ninguém é menos. Somos iguais, todos, em modos
e jeitos. Somos deuses e diabos, ao mesmo tempo, grandes
e pequenos, adultos e crianças, maus e bons.

Se viemos de algum lugar e se para lugar algum iremos, por
que a ânsia maluca de ser agora se nos estão reservados um
lugar e o seu tempo de estar e ser, em qualquer entre os tempos
que nos esperam para a despedida? Não sei se estou velho demais,
mas me reservo o direito de achar que na imensa caduquice
de todos nós não pode haver Deus. Nem diabo.
Ignaros de tudo, assim sem escoras ou muletas, buscamos o melhor e
produzimos o pior. Quantos morreram vítimas do pior e
quantos sobreviveram em razão do melhor? É o jogo da
existência inexplicada.

E não sei por que estamos aqui, no palco deste circo, como
animais de jaula, bem treinados, ou como palhaços que riem,
quando precisariam chorar profundamente. Eu acho que todos
os que mandam no mundo, mesmo nas pequenas e até
nas talvez insignificantes coisas, deveriam ser poetas da
existência, espíritos cheios de graça, fontes de alegria e
de esperança. Por mais que você queira, jamais fará com
que o mundo inentendido seja aquele com que sonha.

Sou apenas um poeta. Se um dia os poetas ditarem as
regras, o mundo dos homens começará a fazer sentido.
Enquanto isso, darei curso ao meu papel (um papel de
todos) na guerra ou na paz.
"

(texto do jornalista Orlando Eller)

domingo, 3 de julho de 2011

Tá preocupado?

A imagem foi feita pelo fotógrafo Mahesh Kumar A., numa rua de Hyderabad, Índia.

sábado, 2 de julho de 2011

Sei lá!


"Sei lá...Tem dias que a gente olha pra si
E se pergunta se é mesmo isso aí
Que a gente achou que ia ser
Quando a gente crescer..."
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